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COMO DIZIA BELCHIOR; O NOVO SEMPRE VEM

O Ludismo foi um movimento de trabalhadores ingleses do ramo de fiação e tecelagem, nos primórdios da Revolução Industrial no século XIX, os Ludistas se reuniam para a destruição de máquinas como forma de protesto. Eles consideravam que o maquinário era usado, “de maneira fraudulenta e enganosa”, para contornar práticas laborais consolidadas pela tradição. É certo que havia muitas outras reivindicações naquele tempo, afinal o povo sofria com guerras, a turbulência econômica e o desemprego generalizado ou extensas jornadas de trabalho, sob condições frequentemente insalubres, aliás, ‘cá’ pra nós; algo muito diferente dos dias atuais?

O movimento Ludista foi sufocado e as máquinas acabaram por se transformar na própria revolução; dando aos trabalhadores novos métodos de produção. A medida em que a automação se desenvolvia houve a necessidade de mais pessoas inteligentes e consequentemente ocorreu o aumento da educação pública fazendo que mais pessoas lessem e escrevessem. Mas é claro que nem tudo é perfeito na inovação, novas soluções geram novos problemas, que por ventura, geram novas soluções e assim se mantém o ciclo.

Em um mundo que a inteligência artificial, UBER e novas mídias tomam conta da nossa realidade, temos a sensação de que isso está gerando problemas e nos prejudicando, mas a fase do desconforto inovador é assim mesmo, precisamos persistir pra descobrir como lidar e tirar o melhor proveito dessa situação.

Por André Crevi

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